SELMO MARINI, BIA SAMPAIO, PATRICIA COSTA, ARTISTA PLÃSTICO ADRIANO MANGIAVACCHI E VANDA KLABIN
ANA DE PAULA E ARTISTA PLÃSTICO RENATO SANTANA
MARCO RODRIGUES E JORGE ALCKMIN
MARINA TAVARES E ARTISTA PLÃSTICO ADRIANO MANGIAVACCHI
LAUDIA FAISSOL E ANA MARIA TORNAGHI
POETA JAIME RAMALHO BRAGA, HANS BLANKENBURGH, RENE GERDES E O FILHO JOSÉ ARTHUR
PRINCEZA MARITZA DE ORLEANS E BRAGANÇA, PATRICIA QUENTEL, VANDA KLABIN E GISELE TARANTO SERGIO ZOBARAN ENTRE ANA E MERCEDES MASQUE
SUELI E RICARDO STAMBOWSKY
PATRICIA COSTA ENTRE MARIA LUCIA MATTOS E PAULO PASSARINHO MENEZES
LUIZ AAQUILA, LEN ABERGSTEIN E MARCOS DRUPAT
FRANKLIN TOSCANO, VANDA KLABIN, HECKEL VERRI E PATRICIA COSTA
DUDU GARCIA E JOSÉ ANTONIO MACDOWELL
Fotos : Vera Donato
Entre pinceladas vibrantes, aquarelas luminosas e a energia criativa que atravessa décadas, Adriano Mangiavacchi abriu, no último dia 12 de maio, sua nova exposição na Galeria Patrícia Costa, reunindo amantes da arte, colecionadores e nomes do circuito cultural carioca.
Prestes a completar 85 anos — mais da metade deles vividos no Brasil —, o artista italiano segue reinventando sua produção com a leveza e fluidez da aquarela, técnica à qual vem se dedicando desde 2023 e que agora inspira também suas novas pinturas em tela. O resultado é uma mostra intensa, marcada por cores vibrantes, gestos livres e composições que transitam entre memória, paisagem urbana e natureza.
Com curadoria de Vanda Klabin, a exposição destaca a potência cromática e a liberdade gestual presentes na obra de Mangiavacchi, frequentemente associadas ao universo expressivo de Emilio Vedova.
Instalado há mais de uma década na Barrinha, aos pés da Pedra da Gávea, o artista transforma o cotidiano carioca em inspiração constante. Em suas telas e aquarelas, cores se sobrepõem em camadas fluidas e luminosas, revelando um trabalho que mistura espontaneidade e refinamento técnico.
Nascido em Roma e formado na Academia de Brera, em Milão, Adriano chegou ao Brasil nos anos 1970, onde também construiu trajetória profissional nas montadoras Fiat e Alfa Romeo. No Rio, aprofundou sua relação com a arte ao lado de Luiz Aquila e, posteriormente, no grupo de Paulo Garcez.
A nova mostra reafirma a vitalidade de um artista que segue transformando emoção, cidade e memória em pura expressão pictórica. Allegro vivace!
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